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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Seminário com técnico dos EUA deve ser cancelado

Steven Lopez e o irmão Jean, técnico, na conquista do quinto título mundial consecutivo

Para não pairar dúvida sobre a antecipação da informação, a notícia abaixo foi postadas às 23h do dia 14, após nenhuma constatação no site oficial.

Notícia de última hora. O Seminário Olímpico Internacional com Jean Lopez e o irmão Steven Lopez (penta campeão mundial e bi Olímpico), organizado pela CBTKD e programado para acontecer em Sergipe no final do mês de Novembro, ao que parece, não vai mais ocorrer.

Segundo informações de fontes confiáveis, Jean (técnico dos EUA) precisou assumir compromissos de última hora com a Seleção Norte-Americana.


Acreditamos que até o final desta semana a entidade nacional apresente uma nota explicando os motivos e a nova data deste grande evento.

Quem sabe ainda haja tempo de trazer o seminário para o Rio de Janeiro. Vamos torcer.

Comentários retirados

Comentário recebido, por conta de publicação anterior.

Marcelo disse...
Quero ver se o Marcus Rezende e o Ricardo Andrade serão homens o suficiente para falar isso na frente dos dirigentes da cbtkd.Podem aproveitar o curso do kukkiwon.Será que saindo de trás do pc eles são homens também?DUVIDO.

O sujeito acima é um veemente defensor do comando central do taekwondo brasileiro e não consegue entender que no contexto de um mundo tão violento em que vivemos, devemos primar pela máxima de que homens não brigam; as idéias sim. A incitação ao confronto por parte do sujeito que se denomina "Marcelo", me fez decidir retirar do blog, pelo menos por algum tempo, os comentarios, pois não vale a pena dar espaço a quem mistura o pessoal com o político.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Vivendo refém de uma política desastrosa

Marcus Rezende

O sistema que envolve o taekwondo brasileiro é simplesmente desastroso para o futuro competitivo do país. Já falei sobre isso algumas vezes aqui. Porém, nunca é demais repetir para ver se alguma coisa nova entra na cabeça de nossos dirigentes.

Tudo começa com a não existência de associações representativas. Sem elas não se consegue fazer valer a vontade dos taekwondistas. As poucas que existem no Brasil, em sua quase totalidade, são cartoriais. Ou seja, só possuem o CNPJ. E estão bem presas ao cabresto dos presidentes das federações. Se pudéssemos dar uma olhadinha no cadastro de praticantes federados no Brasil, constataríamos que quase todos treinam em academias. Isso porque as associações de papel, são realmente de papel.

Sendo assim, a base que deveria começar nas entidades filiadas às federações, começa erradamente na própria federação estadual. Dessa forma, sem ter quem possa pressioná-los nas eleições, os presidentes estaduais se mantêm no poder por anos e mais anos. Entronizados nos estados, passam a fazer pressão em cima do presidente da CBTKD, o qual (para permanecer no cargo) também acaba deixando de fazer a política correta, para realizar a mais conveniente aos que nele votam.

Um exemplo claro é a continuidade dos campeonatos brasileiros e copas do Brasil por seleções estaduais. Um anacronismo de mais de 30 anos que só faz o Brasil se distanciar das demais potências mundiais. Olhemos para as modalidades desportivas individuais e busquemos qual delas trabalha com a mesma perspectiva? Dificilmente encontraremos.

Refém desse sistema, os presidentes nacionais, ao longo de todos estes anos, se viram obrigados a ceder a tudo que os presidentes de federações reivindicaram, tanto no aspecto competitivo, como no marcial.

No primeiro, tiraram e continuam tirando a liberdade de o atleta escolher por onde quer desenvolver seu trabalho desportivo. Os poucos competidores que temos se veem obrigados a participar de etapas estaduais cuja finalidade é a simplória e tacanha formação de uma seleção do Estado. Já, na base falsa, o técnico do atleta é jogado para escanteio. Isso porque o presidente da federação é quem escolhe o sujeito que vai treinar aquela equipe.

No aspecto marcial, ganham de presente da CBTKD a chancela para se tornarem donos dos exames de faixa no estado. O conteúdo técnico-marcial, neste contexto, pouco importa.

o sobredito é apenas um resumo de algo bem simples de se resolver, mas que parece ser imensamente complexo à visão da maioria dos dirigentes brasileiros.

E quem pena com isso é o taekwondo brasileiro que, sem unidade, vai se distanciando das grande potências mundiais como modalidade esportiva. UMA PENA!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Brasil deve garantir as três vagas que faltam para as Olimpíadas

Marcus Rezende

Fazendo uma análise dos adversários que os atletas brasileiros Kátia Arakaki (até 49 Kg), Márcio Wenceslau (até 58 Kg) e Natália Falavigna (+ 67Kg) vão enfrentar na Seletiva Pan-Americana para os Jogos Olímpicos, percebe-se que a vaga está praticamente garantida para os três.
Com a ausência de Gabriel Mercedez (DOM), que já garantiu a vaga na Seletiva Mundial, o caminho para Márcio ficou menos complicado, pois ele terá como adversário mais difícil o mexicano Damian Villa. Porém, só se enfrentam na final, já com a classificação garantida.
Kátia Arakaki, por sua vez, tem duas adversárias complicadas: a mexicana Janette Alegria e a canadense Ivette Gonda. Gonda é mais alta e possui ótimo domínio da distância. Pode dificultar um pouco a vida da brasileira, que já deve estar trabalhando uma melhor estratégia para enfrentá-la. Quanto à mexicana, pelo histórico, a brasileira deve vencer.
No caso de nossa maior estrela, Natalia Falavigna, as coisas também se mostram na mesma condição, pois sua maior adversária é a mexicana Maria do Rosário Spinoza. Ainda assim, elas só se enfrentam em uma final, já com ambas classificadas.Em minha opinião, dificilmente o Brasil deixa de garantir as três vagas restantes, já que Diogo Silva (até 68 Kg) conquistou a sua na Seletiva Mundial. Sendo assim, o Brasil tem chances de pela primeira vez em uma Olimpíada levar quatro atletas, número máximo permitido a cada delegação.
Quando publiquei esta postagem, não havia visto ainda que a cubana Glenhis Hernándés, Ouro nos Jogos Pan-Americanos do México, estava entre as atletas. Neste caso, na disposição da chave, provavelmente, Natália enfrente-a antes da final. Parada duríssima!!
A seletiva acontece entre os dias 18 e 20 de Novembro em Queretaro (México).
Participação dos brasileiros em Olimpíadas:
2000
– Sidney: Carmem Carolina (Até 57 Kg)
2004 – Atenas: Marcel Wenceslau (até 58 Kg), Diogo Silva (Até 68 Kg) e Natália Falavigna (+ 67 Kg)
2008 – Pequim: Débora Nunes (Até 57 Kg), Márcio Wenceslau (Até 58 Kg) e Natália Falavigna (+ 67 Kg).

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Proposta de marketing para ontem

Marcus Rezende

O que coloco nessas poucas linhas não seria nenhuma novidade a quem tem um pouco de conhecimento de marketing. Porém, para os nobres amigos da CBTKD vai como uma ideia para uma reflexão e, quem sabe, para uma mudança de curso no período vindouro às ações de marketing até o momento equivocadas.
O Rio de Janeiro quer queiram ou não, até 2016, é a capital do esporte olímpico do Brasil. Qualquer evento de taekwondo tem que ser realizado aqui, em vista de uma mídia nacional e internacional focada na Cidade Maravilhosa. Isso é indiscutível.
Qualquer evento de taekwondo no Rio de Janeiro vai refletir positivamente em todo o Brasil.
Por mais bem organizado que seja um evento em qualquer outro estado, não vai alcançar a repercussão de mídia que teria em terras cariocas. É preciso que o presidente da CBTKD e os presidentes de federações entendam isto, se querem realmente ajudar a fomentar a modalidade.
Por mais que digam o contrário, só quero contribuir.