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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

RANKING MUNDIAL: Apenas quatro brasileiros entre os 20 da categoria

Atualizado o ranking mundial, poucos são os brasileiros que se mantém entre os 20 primeiros do mundo no taekwondo. Entre os que se sustentam até a vigésima posição duas mulheres e dois homens: Natália Falavigna na 7ª e Kátia Arakaki na 18ª; Diogo Silva em 13º e Douglas Marcelino em 14º. Os demais brasileiros estão em posições ruins e precisam urgentemente participar de competições internacionais. É claro que em Janeiro a posição deve se modificar em vista da participação brasileira no Campeonato Pan-Americano, no México, entre 8 e 12 de Dezembro. Mesmo assim, o posicionamento dos nossos atletas está muito abaixo do que se espera em vista do investimento que está por vir. A curiosidade está na posição de nosso grande atleta Marcel Wenceslau (134º). Mas é certo que, voltando às competições, voltará ao lugar que sempre mereceu ficar.Eis as posições de outros brasileiros: Márcio Wenceslau (22º), Henrique Moura (36º), Leonardo Santos (56º), André Bilia (60º), Reginaldo Santos (72º), André Almeida (78º); Cristiano Valeriano (79º), Fernanda Mattos (25ª), Raphaela Pereira (36ª), Fernanda Souza (39ª), Talisca Reis (59ª); Débora Nunes (59ª), Rafaela Araújo (61ª), Lívia Miranda (71ª).

CURIOSIDADE: Se serve de consolo, na categoria até 49 kg (feminino), a Coréia só aparece na 30ª posição. No entanto, na de cima, há quatro à frente de Kátia Arakaki.

Fonte: WTF

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Nova Assembléia para afastar presidente da CBTKD


CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O TEOR DO NOVO EDITAL

Apesar de ter sido publicado, o Edital de convocação de uma Assembléia Geral Extraordinária foi retirado do site da CBTKD, logo após o retorno à entidade (por decisão judicial) do grão-mestre Jung Roul Kim. Todavia, a AGE está oficialmente marcada para o dia 24 de novembro, às 9h.
Desse vez, o grupo de presidentes que quer o afastamento do presidente, para que a auditoria interrompida seja finalizada, vai ratificar a decisão. Os auditores querem concluir se houve ou não gestão temerária por parte do presidente.
O edital anterior que afastara o presidente continha um erro material. O fato foi levado à Justiça pelos advogado do grão-mestre Jung Roul Kim e a decisão de retorno imediato foi aceito. A juíza que analisou o caso explicou em sua decisão que o edital anterior não deixou claro que o objetivo da Assembléia era também o de afastar o presidente.
Dessa vez, a Ordem do Dia explicita o que se pretende fazer.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

As capitanias hereditárias do taekwondo brasileiro

Marcus Rezende

Caso Carlos Fernandes realmente assuma a CBTKD, há um assunto do qual terá que posteriormente se debruçar para resolver com lucidez. Trata-se do poder dos mestres brasileiros examinarem seus faixas pretas, independentemente do aval da federação a que pertença ou de outro estado. Se será necessário um regulamento para isso, que fique claro tal liberdade. Não é possível que a situação dos estados seja vista como se vivêssemos ainda em capitanias hereditárias. Ou seja, um mestre precisar pedir autorização a uma federação para poder examinar dentro de outro estado é ilegal, imoral e se configura em enorme retrocesso.

Há quem defenda que os exames devam ser monitorados pelas federações. Pois bem, respeito quem assim pensa. Todavia, para mim isso é utopia; monitorado ou não, bons e maus profissionais sempre vão existir em todas as áreas. As entidades têm mais em que se preocupar. Não podem despender tempo em fiscalizar se o sujeito está apto ou não a ser faixa preta. Se o camarada sabe ou não sabe executar um AP KUBI PALMOK ARE MAKI.

Vamos a um exemplo. Fulano é mestre 6º Dan e ensina no Espírito Santo. Possui mais de 300 alunos. Tempos depois, quatro deles (1º Dan) se mudam para outros estados e começam a ensinar taekwondo. Montam suas academias e obtêm bastante sucesso. Ao final de seis meses constituem um grande número de alunos e vão precisar examiná-los. Como ainda não são mestres, não podem fazê-lo. Quem deve ter o direito de examinar estes alunos? As bancas examinadoras das federações daqueles estados ou Fulano? Eis o gargalo.

É lógico que Fulano, pois além de ser mestre, possui o vínculo legítimo e direto com seus discípulos, não importando em que estado seja. Portanto, o fato de um mestre ir a um estado fazer exames deveria, já, há bastante tempo, ser encarado como algo normal, porque ANORMAL é o impedimento com a pecha de ILEGAL.

É como se o CERTO fosse o mestre dizer ao discípulo: “Olha, meu filho, você treinou comigo por todos estes anos e agora que está ensinando em outro estado, o seu mestre será aquele que o presidente da federação lhe indicar” .

Agora eu pergunto: se os presidentes das federações fossem trocados, os atuais, fora do poder, levariam seus alunos para serem examinados por uma banca escolhida pelo novo presidente?

É a velha máxima: pimenta nos olhos dos outros é refresco.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

Milclei Matos promove novos Faixas Pretas

Da esquerda para a direita: Eu, Eduardo Lopes (destaque do exame), grão-mestre Milclei, mestres Valter e Josinaldo, que também compuseram a banca de examinadores.

No último dia 7 tive o prazer de fazer parte da banca examinadora de um grande amigo, o grão-mestre Milclei Matos. Ele promoveu à faixa-preta nove alunos, bem como graduou ao 2º e 3º Dan mais três. Dentre eles Eduardo Lopes, aluno antigo, que fez um belíssimo exame. O evento ocorreu em Vila Valqueire no Centro Comunitário do Deputado Estadual Marcelino D’Almeida, local onde o grão-mestre ensina gratuitamente.

Antes do exame dos faixas-pretas, diversos alunos foram examinados para as faixas coloridas em uma grande festa.

No discurso, agradeci pelo convite, parabenizei os participantes e disse que para largar a família no final de semana, só mesmo para atender a um convite de um grande amigo. Lembrei do exame que realizei com o mestre Ricardo Andrade, em Niterói, no qual Milclei se fez presente sem nada cobrar por isso.

E, da mesma forma, sempre que convidado pelo amigo, a reciprocidade é a mesma, dentro desta grande amizade marcial.

Não faz muito tempo que mestres do Rio de Janeiro sofriam para poder examinar seus próprios faixas pretas e receber integralmente os devidos e merecidos honorários, sem precisar repassá-los a um grão-mestre ou a um presidente de federação. Depois que Carlos Fernandes assumiu a Federação do Rio, esse problema acabou. Hoje, com nova administração, mesmo com as dificuldades ainda existentes, o sistema de liberdade para os mestres cariocas examinarem seus alunos deveria servir de exemplo para presidentes de federações de outros estados.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Leitura da semana

A dica da semana é a leitura do editorial do www.tkdlivre.com desta semana.
O texto faz uma alerta aos presidentes de federações, em especial ao presidente da Fetesp, Yeo Jun Kim, quanto a limites que não podem ser ultrapassado quando no desempenho da função de presidente de entidade desportiva, em vista da Constituição Federal, especialmente no que concerne ao artigo 5º da Carta Magna, inciso XX, que trata da não abrigatoriedade das pessoas se associarem ou se manterem associadas.

O texto é claro e discorre sobre o que parece ser um desconhecimento da lei por parte do presidente da federação paulista, quando obriga a que alunos de Escolas Públicas do Estado de São Paulo se filiem à Fetesp como condição para disputarem os Jogos Olímpicos Estudantis.
Vale a pena conferir.